MOSTRADANUS - Aquela velha opinião formada sobre tudo


30/01/2011


 
 

NO EGITO, PODE. NA VENEZUELA, NÃO PODE

 

Engraçado mesmo a nossa imprensa Brasileira. Desce o cacete nas restrições que Hugo Chaves impõe na imprensa Venezuelana e quando no Egito, um pais traidor da causa Arabe, aquele ditador de lá proibe a Rede Al-Jazeera de operar, ninguém fala em liberdade de imprensa.

 

Dois pesos e duas medidas?

Vejam a noticia abaixo

Egito proíbe rede Al-Jazeera de operar em seu território

AFP - Agence France-Presse

Publicação: 30/01/2011 08:51 Atualização:

O ministro da Informação do Egito, Anas El Feki, proibiu a rede de televisão Al-Jazeera, do Qatar, que fazia uma ampla cobertura das manifestações contra o regime do presidente Hosni Mubarak, anunciou a agência oficial Mena.

O ministro "ordenou que a Al-Jazeera na República Árabe do Egito feche as portas (...), que sejam canceladas suas autorizações e que sejam retirados os crachás de imprensa de seus funcionários a partir de hoje (domingo)", indicou a Mena.

A Al-Jazeera continuava transmitindo imagens do Egito no momento do anúncio da proibição.

Categoria: Politica
Escrito por Luiz Bento às 11h35
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14/11/2010


 
 

OS SONHOS QUE SONHAMOS

Epifania

 

 

Falar somente de amor e otimismo é beber água com açúcar e "chover no molhado".

É muito comum você se deparar com situações em que é obrigado a admitir que errou feio lá atrás e que muita coisa depois disso em nada colaborou ou acrescentou àquilo que você mais sonhou na vida. Pode ser o tal "efeito dominó" de um aprendizado intempestivo, mas com certeza tratar-se-á apenas de uma dose temporária de pessimismo que nos invade; É como um vulcão em erupção – você tem que deixar a larva atingir o seu objetivo: saltar pra fora e expelir parte dos seus projetos e expurgar todos os seus pecados veniais e mortais, como se fosse um vômito emocional. Os sorrisos amarelos ou "adesivados" responderão a clássica pergunta: Onde estarão os meus sonhos dourados e a minha casinha pequenina no alto da serra? Ou "onde estará o meu amor?"

Quem consegue um ritmo regular (do tipo sem taquicardia) no dia a dia da vida é um felizardo, mas sempre do campo da utopia ou na linha ilusória daqueles que praticam a retórica irresponsável. Felicidade é e será sempre quase nada. Ela é como um perfume gostoso, passageiro, não dura para sempre. Mas as ações decorrentes de seu destino irrequieto ficarão gravadas em definitivo com as cinzas expelidas por esse vulcão. A tinta não desbota. O "pneu furou" e você apenas faz a troca e recomeça a viagem. Fernão Capelo Gaivota (o personagem), sem querer, mostrou a todos nós o que os nossos filhos fazem quando saem do próprio ninho. E os Leões, na contramão, são o grande exemplo da fidelidade conjugal, mesmo "viúvos ou viúvas" honram o espírito familiar preservado culturalmente pelo homem. Alguns baderneiros gerados em cavernas eletrônicas almejam transformar tudo isso em folclore e ameaçam nosso instinto natural leonino. Os desgarrados nunca retornam com a mesma estatura, como no livro de Richard Bach pensam que, porque aprenderam, podem ensinar e liderar. Ledo engano. Inverteram-se muitos valores, pois professoras que davam tapinhas, hoje são espancadas em salas de aula. Pais que antes reprimiam com um simples olhar, hoje são assassinados quando negam o dinheiro dos traficantes.

Mas mesmo nessa linha trágica de raciocínio, há controvérsias, pois esse trilho maravilhoso e ao mesmo tempo assustador que nos leva a estação da vida pode nos oferecer pudim de leite condensado, quindim sem cheiro de ovo e flores perfumadas de um jardim encantado. Eles carregam pesados e barulhentos vagões mas cada um deles carregam "tempos" de vida (pedaços de felicidade, momentos de emoção com prazo de validade) que valem a pena serem considerados parte de nossos sonhos bobos que aprendemos lendo as páginas encantadas do "Pequeno Príncipe". E quem não as devorou com brilho nos olhos e esperança de uma vida melhor?

Esses "vagões" que vão ficando pra trás em algumas estações de nossas vidas, quebram o encanto da sonhada energia permanente e constante que lá atrás, almejávamos continuasse sem decadência para suprir outras necessidades do organismo humano, mescladas de doses fortes de egoísmo e instintos incontroláveis, aquelas bem explicitadas ou de uma grosseira e doce sutileza que diz: "Crescei e multiplicai-vos", entre tantas outras.

Alguns católicos "não praticantes" ou mesmo praticantes são mais liberais e realistas e assim executam-na sem pudor e explorando toda sensualidade que a pujança do corpo humano permite ou sugere e sempre "abençoada por Deus", embora ninguém a rigor se lembre D´Ele nesses momentos de "fraqueza". Falo de macho x fêmea, claro. Enquanto isso o Juiz Edilson Rumbelsperger saca a sua bíblia ensebada para discriminar as fêmeas despudoradas ou não, e culpa o primeiro ato no jardim do Éden, pelo apocalipse "now".

Alguns idiotas imaginam que liberar lençóis é indecente e ameaçam com a reincidência do terrorismo de Sodoma e Gomorra. Outros mais idiotas ainda, e que outrora já os teria intitulado aqui de minorias ruidosas, querem uma união impossível. Querem a benção do Santo Padre e querem sair das diversas filiais do Vaticano em estilo colonial espalhadas pelo mundo inteiro, sob chuva de arroz e dando beijos na boca e arrastando latinhas barulhentas em seus veículos cor de espanto e rosa pink. A Espanha de hoje, seria o que? O antro da sacanagem mundial? A começar pelo sangue que jorra nas famosas touradas de Madri. Fica a pergunta: As castanholas batem por quem?

Por aqueles que pensam que o mundo deve ser transformado numa grande "gaiola das loucas"? ou por degustadores vampiros de Baby beef?

Não posso confessar publicamente aqui que conheço muitos homofóbicos e que os admiro pela sua coragem enfrentando os rigores da Lei, mas nem por isso quero cantar aquela musiqueta famosa; "joga pedra na Geni". Afinal, se existe uma Lei que determina prisão sumária para esses machos irreprimíveis, melhor então que ela seja aplicada ao Papa, pois dele é o "mau exemplo". E afinal essas minorias no passado já esbanjaram dignidade como foi o caso de Rock Hudson que desfilou garbosamente com Elisabeth Taylor sob o titulo de um Beneditine de família tradicional e jamais se teve noticias de que ele teria "quebrado as munhecas" publicamente. Foi um grande "homem" e viveu seu drama durante toda a vida de forma corajosa e digna. "Assim caminha a humanidade" teve um duplo sentido.

Então porque impor efeitos retroativos em textos escritos por Monteiro Lobato e tantos outros como David Nasser que compôs "Nega do Cabelo Duro" e a eternizou em vários carnavais.

E dessa forma eu gostaria de saber qual seria o "veadinho" macho, com peito, mesmo com titulo de promotor aqui no Brasil, com coragem para dar voz de prisão ao Infalível de mitra dourada que viaja pelo mundo como soberano de um Estado, onde reina o politicamente correto? Pedofilia? Não adianta querer bater somente no Vaticano aqui por esse grande mau do novo milênio, afinal alguns historiadores mostram que desde os tempos do Grande Nero ou do Grande Alexandre, essas anomalias já existiam. Nem vou falar de quem é a culpa para não ser acusado de repetitivo. Pedófilos estão em todos os lugares bem na frente dos nossos narizes e a maior concentração deles por jaula quadrada de presídios mil.

Portanto, não falemos apenas de água com açúcar. É fácil demais. Falemos de gente com "terno e gravata" políticos ou não, corruptos ou não, pastores evangélicos, ou não.

A essa altura do texto, todos vocês poderão imaginar que se trata de mais uma daquelas historinhas do autor, tecendo sua autobiografia de forma desordenada e aleatória o que o tornaria certamente enfadonho e rudimentar para muitos. Óbvio que ao escrever ninguém escapa de mexer com a sua própria vida ou com a sua própria história, mas confesso que ultimamente o que mais me diverte é mexer no livrinho que tenho de queixas e reclamações de terceiros; amigos, clientes, e com o advento da internet a gente conhece os mais variados tipos de pessoas e descobre coisas incríveis na sociedade moderna e consumista em que vivemos.

Esse talvez possa ser um diário, ou uma espécie de agenda modorrenta de pessoas que tiveram tempo pra sonhar e filosofar

Hoje o máximo que você consegue é administrar os pesadelos em suaves prestações e ganhar de presente um grau de stress recheado de coisas mal resolvidas. Haja psicanálises, psicotrópicos e psicólogos bem remunerados para frases desse tipo que se pode ler, por exemplo, no Orkut:

"sempre à espera - talvez dessas coisas não-ditas das esquinas do pensamento, qualquer epifania suja e barata pra ajudar a engolir o gosto do mofo na garganta".

Algumas pessoas pensam que o palco é o inferno da sua própria vida. Não sabem exercer com dignidade, amor, romantismo e alegria a arte de representar. E quando sorriem, a mascara cai, com ou sem "durex".

Luiz Bento Pereira (65)

Representante Comercial do ramo têxtil em Goiânia. Go.

Nascido em Ponte Nova - MG



Categoria: Filosofando
Escrito por Luiz Bento às 10h09
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16/10/2010


 
 

O LADO SOMBRIO DA LIBERDADE

Luiz Bento Pereira

O LADO SOMBRIO DA PALAVRA LIVRE

 

 

 

Estamos vivendo o auge da liberdade de expressão do tipo devaneios “Jaborianos”, com muita eloqüência, muita gesticulação teatral, mas ao mesmo tempo com muita mentira e muitas frases de efeito.

 

Ultrapassamos os limites do respeito ao próximo.

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É permitido agredir a honra de autoridades constituídas; é permitido xingar a mãe do juiz de futebol e no transito louco da vida em todos os sentidos, o sinal vermelho é a pior das atitudes do ser humano que o ultrapassa a todo instante e dessa forma a internet (cujo avanço e utilidade não se lhe deve negar), tornou-se um palco de baixarias, um teatro de vulgaridades consentidas. Um grande elenco de papagaios que repetem toda a maldade plantada de forma irresponsável, principalmente no campo da política, onde se pode dizer que alguns deles estão colhendo o que plantaram.

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É possível que Bertolt Brecht tenha que ser mais rigoroso e reescrever “o analfabeto político”. É possível que todo fanático religioso tenha que repensar a crença no absurdo de que tudo que se consegue na vida, foi ou esteja sendo por obra de um ser invisível. Somos um exercito de Icaros escrevendo a mitologia moderna do novo milenio.

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É possível que tenhamos todos nós que rever conceitos do que seja exatamente ficar “passando pra frente” qualquer coisa que recebemos em nossa caixa postal. É possível que tenhamos que tomar uma atitude, respondendo e dizendo que não estamos de acordo com aquilo, ao invés de simplesmente jogarmos na lixeira. É possível que tenhamos que nos aprofundar e entender mais nosso computador, para expurgar e desviar direto pra lixeira, alguns endereços eletrônicos que invadem nossa privacidade para encher nossa caixa postal de inutilidades.

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Na política tivemos não muito recentemente, o tal Jefferson do Partido dos traidores da Pátria, (originário da traição da filha de Getulio Vargas que vendeu a sigla), foi um desses que roubou escandalosamente e depois saiu gritando “pega ladrão” e com a conivência da imprensa mercenária conseguiu levar muitos inocentes juntos.

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Ele agiu bem no estilo dos “manos” das esquinas da Av.Ipiranga com São João, um dia cantada por Caetano Veloso que parece nunca ter visto aquela chuvinha de papel picado e os invisíveis “batedores de carteiras”. O medo e o pavor ronda os fóruns de debates e mesmo onde presumivelmente exista uma triagem ou uma vigilância constante de tudo que é postado, e assim, temos o lado sombrio desse espetáculo eletrônico que é a auto-mordaça e a nova onda de liberdade fictícia que invade o milênio que mal se iniciou. Esse é o ponto cego no retrovisor da internet.

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Uma espécie de dicotomia distorcida envolve, por exemplo, um discurso em praça publica de um político, onde está definitivamente proibido e até convencionado que não se joga mais ovos podres ou tomates no orador inflamado (pois é permitido até seguranças armados para impedir tal ação de certa forma inusitada) mas ao mesmo tempo você pode ir pra internet e dizer que a mãe dele está na zona, no puteiro. Aí está o grande buraco negro na galáxia onde habita a democracia.

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Na internet, pode. No cara a cara, não pode. E´ deselegante ou falta peito e coragem?.

 

Zélia Cardoso, ex-ministra do fanfarrão Collor, aquele cangaceiro vingativo que foi eleito pela Globo, quando a Globo ainda tinha poder, saqueou todo nosso dinheiro, depois mostrou o lado cômico e ridículo da vida, saindo do ostracismo que invadiu sua vida de atitudes mesquinhas, vestindo véu e grinalda sem direito à chuva de arroz. Depois envergonhada, foi morar na terra do Tio Sam. Aliás a terra dos comedores de hambúrgueres está se tornando tradicionalmente o exílio dos fugitivos de guerra, dos frustrados, dos saqueadores de erário, e até mesmo daqueles que dão o cano em fornecedores e pra lá vão arrotar dignidade na marra. Por isso está se tornando a grande potencia dos desumanos guerreiros e conquistadores do nada.

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Mas, Dilma Roussef nossa futura Presidente, com o olhar de águia vigilante, severa, com o semblante ainda sofrido de uma ave de rapina perdida no deserto da política Brasileira, sufocada pelos boinas verdes caçadores de heróis da resistência de outrora, teve que sucumbir com sorrisos amarelos para fazer parte do esplendor da liberdade, da democracia, do direito que tem como mulher de luta, comandar o País que um dia a humilhou através de generais truculentos que lhe teriam tirado a vida nos corredores da Faculdade de Direito na Avenida Alvares Cabral em Belo Horizonte se ela facilitasse. Mais tarde ironicamente, o mesmo Governador que a perseguiu em nome da ditadura, tendo como sucessor um filho banqueiro (profissão da família) teria sido socorrido na falência fraudulenta do Banco Nacional, pelo então presidente FHC, amigo do candidato SERRA. Isso pode, bolsa família não pode. Hoje, o Brasileiro está bem mais politizado e sabe muito bem que “aquele ouro para o bem do Brasil”, acabou indo para o bolso dos militares para financiar e sufocar a resistência à ditadura.

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Livre arbítrio para justificar os pecados mortais e capitais, um desdobramento desnecessário já que Deus perdoa a ambos. Vale dizer que sempre fomos livres para filosofar mesmo não sendo filósofos. Somos livres para quebrar, mesmo de fato, não estando falidos. Somos livres para pecar porque sabemos que sempre seremos perdoados. Isto não está correto, embora esteja escrito nos livros sagrados. E jamais existira ouro suficiente para comprar um homem digno.

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Então poderíamos dizer que pecar e filosofar é competir com Deus, ou para ser mais ameno, se livrar dos medos e dos sentimentos de insegurança que leva o ser humano a delírios que criam raízes e dependências indestrutíveis no campo da fé. Se não competimos inconscientemente com aquele Deus que nós mesmos criamos, passamos no mínimo um atestado de parvoíce ou pavonice. Engrossamos por exemplo, uma parada gay de no máximo 150 rapazes alegres e ai a imprensa publica que haviam 500 mil com esse tipo de anomalia. Mas para ela isso não existe e já correm boatos pela internet que ela tem filha homossexual e que é contra o aborto (pasmem). Qual mulher deseja ter um filho, resultado de estupro de um vagabundo, um moleque de atitudes “neymarianas” ou mesmo de padastro irresponsável ? E que absurdo existe em suportar a dor de ter um filho homossexual?

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Por isso um dia Cecília Meirelles, tenha dito em versos:

“Aqui está minha vida. Esta areia tão clara com desenhos de andar dedicados ao vento.

Aqui está minha voz, esta concha vazia sombra de som curtindo seu próprio lamento.

Aqui está minha dor, este coral quebrado, sobrevivendo ao seu patético momento.

Aqui está minha herança, este mar solitário, que de um lado era amor e, de outro, esquecimento”

 

(sic) E eu modestamente acrescento: Aqui está a minha verdade que muitos lêem, mas não respondem (ou não comentam).

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Aqui está minha esperança por um mundo melhor em que todos nós possamos sonhar com mais convergências e menos atritos e assim quero descobrir a linha tênue que existe em mim e aquela que se interpõe entre todos aqueles que não conseguem romper o silencio e adotam a auto mordaça.

 

Somos animais e nos intitulamos “Wolverines” fingindo que amamos a paz e perseguimos o amor.

Somos aqueles que estaremos sempre perseguindo a paz, usando a guerra, a violência da supremacia contra aqueles que apenas querem ser livres, mesmo que seja para viver do nada, pescando, plantando mandioca e assando espigas de milho, numa rede.

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Mas já está escrito nas estrelas que é proibido produzir apenas para consumo próprio.

Já está escrito que somente ser melhor é que enaltece.

Já está escrito que a solidariedade é cafonice.

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Por isso as pequenas propriedades rurais não existem e por isso os pequenos e honestos empreendimentos são engolidos de forma violenta pelo poder das grandes coorporações. Vide exemplos do “Suco mais” e da “Arisco”.(livre iniciativa ?) Ou ter outorga oficial para massacrar e engolir os mais fracos.? Monopólios e cartéis, deveriam ser considerados crimes contra a humanidade, tanto quanto foi considerado o holocausto

 

Quero entender porque o homem morre e muitas coisas morrem com ele. Quero entender porque muitas coisas não continuam e matam o homem que a criou.

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Quero entender porque nos organizamos política e socialmente e até mesmo evoluímos para uma sociedade aparentemente mais justa e assimilamos de forma torpe e egoísta a palavra livre iniciativa.

 

Quero entender finalmente porque rejeitamos uma regência geral (O Estado) e quando todos os sonhos se frustram, clamamos por um paternalismo que antes repudiávamos?.

O governo não pode e não deve proibir pela constituição que empresas com Avestruz Máster se estabeleçam (porque o Estado não tem bola de cristal para advinhar se o picareta que está por trás vai dar prejuízo ou não) mas quando o prejuízo chega, todos querem idenização do governo, ou seja, todos querem que muitos paguem pela idiotice ou distração de poucos.

 

 

Os pecados foram inventados para justificar aqueles que pecam. Os pecadores são perdoados para banalizar o amor próprio e o sentimento de justiça daquele ou daqueles que foram vitimas. (livre arbítrio e livre escolha) – Mas existe uma distancia muito grande entre as liberdades reais e fictícias.

 

 

Eis o significado sombrio e sujo da palavra livre.

 

 

 

 

Luiz Bento Pereira

Representante comercial ramo textil em Goiânia

2º colocado no ranking de vendas da Tear Têxtil, no mercado nacional, nesse mês de setembro 2010-10-01

Uma noticia para ser comemorada como presente no dia panamericano do representante comercial

Categoria: Politica
Escrito por Luiz Bento às 00h50
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03/10/2010


ICMS é obstáculo para realização da reforma tributária -Guido Mantega, parece ignorar a enorme barreira política

Fonte:|veja.abril.com.br|

Ao propor a equalização do ICMS neste ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, parece ignorar a enorme barreira
política ante essa reforma

Beatriz Ferrari e Derick Almeida


O otimismo do ministro da Fazenda, Guido Mantega, surpreendeu os analistas

O otimismo do ministro da Fazenda, Guido Mantega, surpreendeu os analistas

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, levantou na última segunda-feira a possibilidade de realizar neste ano uma reforma tributária parcial. A
ideia é que, dois meses após as eleições, o governo articulasse a
equalização do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, o
ICMS. O otimismo de Mantega supreende. Ele parece ignorar que o Brasil
está em seu quarto governante derrotado pela enorme resistência política
em reformar o sistema de impostos e contribuições estabelecido pela
Constituição de 1988. E o principal obstáculo é justamente o ICMS.

No Brasil, parcela significativa da arrecadação (47% do total) vem dos impostos que incidem sobre o consumo de bens e serviços. O ICMS é o mais
importante deles. A competência sobre este tributo cabe aos estados e
ao Distrito Federal, e não ao governo federal. Logo, cada uma das 27
unidades da Federação brasileira tem autonomia para decidir como e
quanto cobrar por cada produto e serviço. Conseqüentemente, seu
recolhimento transformou-se em um complexo emaranhado de alíquotas, com
centenas de regras e exceções. Uma complicação. Como o ICMS é uma grande
fonte de receita dos estados e nenhum deles quer perder arrecadação,
sua equalização implica uma árdua batalha política com governadores e
bancadas estaduais no Congresso Nacional.

Distorções – A guerra fiscal entre os estados é um dos sintomas mais nefastos desse regime. Na tentativa de compensar a falta
de atributos relevantes para atração de investimentos privados, como boa
infraestrutura e mão de obra qualificada, alguns governos estaduais
concedem isenções e subsídios fiscais, sobretudo de ICMS, a alguns
segmentos.

O setor têxtil, por exemplo, é tributado por uma alíquota de ICMS de 2,5% no Rio de Janeiro e de 0% a 3% em Minas Gerais, ao passo que o
estado de São Paulo trabalha com valores que vão de 7% a 12%. “Um mesmo
produto recebe tratamento tributário diferente em cada estado. Isso cria
uma complexa estrutura de pagamentos e compensações, além de gerar
distorções no sistema de preços”, afirma André Chagas, pesquisador da
Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe).

As discrepâncias no ICMS fazem com os empresários busquem formas de fugir daqueles estados com alíquotas mais altas. Um exemplo disso
refere-se à tributação do óleo diesel – combustível essencial para o
transporte de carga e para as máquinas agrícolas. O governo do Mato
Grosso cobra uma taxa de17%, enquanto os de Goiás e do Mato Grosso do
Sul trabalham com 12%. A diferença gritante faz com que levas de
caminhoneiros se desloquem até os estados vizinhos para abastecer seus
veículos. “Desde 2002 estamos nessa briga com o governo do estado”,
conta o primeiro secretário do Sindicato do Comércio Varejista de
Derivados de Petróleo do Mato Grosso, Bruno Borges. “O estado deixa de
crescer e nós deixamos de vender”, reclama.

Outra distorção do ICMS é a “exportação de imposto”. A Lei Kandir, de 1996, isenta aqueles produtos destinados à exportação de pagar o
tributo. Contudo, na maioria das vezes, as mercadorias já recolheram
ICMS em algum momento anterior da cadeia produtiva. Com isso, o
exportador assume esse custo num primeiro momento e gera créditos
tributários. Esse estorno do imposto pago é recebido posteriormente dos
governos estaduais, após apreciação dos pedidos feitos às secretarias da
Fazenda. O problema é que esses créditos podem demorar anos para serem
recuperados. Assim, muitos empresários acabam transformando esse ônus
(supostamente temporário) em custo, o que encarece e retira
competitividade do produto brasileiro.

Substituição tributária – Concebida para evitar a sonegação fiscal de setores com produção concentrada e comercialização
pulverizada (como é o caso do fumo e dos medicamentos), a substituição
tributária acabou se transformando em um 'arremedo de reforma'. Por esse
sistema, o Fisco cobra o pagamento do ICMS de um único membro da cadeia
produtiva, geralmente a indústria, responsabilizando-o pelo
recolhimento do imposto relativo a todas as operações anteriores ou
subseqüentes. A Receita presume a margem média de valor agregado
(diferença entre o preço que o consumidor final paga e o que a indústria
vende) para cada segmento e cobra o tributo sobre essa margem. “Para
setores com alta taxa de sonegação, a medida é benéfica para todos. Mas
hoje não tem como determinar o valor agregado de um celular, uma
geladeira ou do arroz. Neste caso, a substituição tributária é ilógica”,
explica Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda.

A grande crítica a esse instrumento é o fato de ignorar que a margem de valor agregado varia de situação para situação. No caso dos
medicamentos, por exemplo, como o preço máximo é tabelado, as pequenas
farmácias de bairro não conseguem competir com as redes. As maiores
varejistas compram em grande quantidade e, logo, obtêm descontos dos
fabricantes, o que faz com que seu preço médio final seja mais reduzido.
Conseqüentemente, sua margem estimada e o tributo cobrado são menores.
Já os pequenos, por mais que paguem a mesma alíquota de ICMS, não
conseguem trabalhar com preços tão baixos. Assim, o imposto incide sobre
uma margem relativamente maior, penalizando-os.

Reforma – Uma proposta de reforma tributária, datada de 2007 e de autoria do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), está parada
no Senado. A proposta sugere a centralização da cobrança de todos os
impostos sobre bens e serviços (IPI, PIS, COFINS, ICMS e outras
contribuições) em um único Imposto sobre Valor Agregado, o IVA Nacional,
a exemplo do sistema da União Europeia. “Essa proposta chegou a ser
discutida, mas foi arquivada porque mexia com os interesses dos estados
industriais”, explica o advogado tributarista Ronaldo Galvão, da
Gaiofato Advogados Associados.

É justamente nesse ponto em que a reforma emperra. Os estados temem perder receita com a criação de um imposto único ou a equalização das
alíquotas. Na reforma anunciada por Mantega, “a União está disposta a
dar compensações aos estados que venham eventualmente a ter prejuízos
com esta situação, quando acabar a guerra fiscal”. Aos estados, resta
chegar a um acordo para que monstro tributário não derrote mais um
governante.

 

 
Luiz Bento Pereira Comentário de Luiz Bento Pereira 2 horas atrás
Em principio (e aqui eu falo como contador que já exerceu a profissão legalmente e com registro no CRCMG-15511), o ICMs é um tributo mais justo que o antigo IVC (Imposto de vendas e consignações) se na sua essência fosse aplicado e/ou partindo do pressuposto que todos os Estados do Brasil tivessem um indústria transformadora para explorar seus próprios recursos e utilizar o equilibrio que a Lei sugere. E assim, os valores agregados não seriam incorporados apenas pelo eixo Rio-SP-MG, Estados que compõem a força produtiva desse Pais, hoje com menos intensidade por causa dos tais incentivos fiscais criados de forma desordenada.

Embora tenha sido criado na calada da noite pelo regime de força dos boinas verdes, foi, reconheço, uma idéia inteligente, assim como foi o FGTS, que protegeu o trabalhador brasileiro que ficava a ver navios quando o devedor era pressionado na sua falencia ou fragilidade financeira e deixava os seus funcionários a ver navios.

Ocorre que, na minha visão, sem ser especialista em finanças e assuntos tributários, o Empresário Paulista, viu uma lacuna na Lei e usando do prestigio da FIESP, não permitiu a expansão regional das industrias em outros Estados. A brecha na Lei que S.Paulo quis pra crescer mais que os outros Estados foi exatamente se beneficiar dos creditos que a reportagem ignora ou propositalmente ou por não entender do assunto, pois o ICMs é um imposto que não tem cascata.

Portanto a falha na reportagem de Beatriz e Dereck que não conheço e nunca li nada deles é exatamente desconhecer esse ponto, pois a Lei Kandir por exemplo, foi somente um detalhe a mais em diversos remendos que a Lei original sofreu quando foi promulgada em março de 1966 (dois anos após o golpe militar) pela Lei 5172 no Governo Castelo Branco. No caso do ICMs não existe imposto em cascata, pois o sistema de débito e crédito, deixa bem clara essa questão.

Essa foi pois uma falha na reportagem, ignorânicia da dupla que assina.

No mais o que Mantega quer realmente reordenar é exatamente essa guerra dos Estados, descumprindo o que ficou estabelecido no SINIEf (Sistema integrado de informações economicas e fiscais) e que foram sofrendo emendas absurdas, por motivos politicos escusos.

O maior absurdo dessa Lei hoje, é a agressão sofrida com a inclusão inconstitucional da cobrança de ICM sobre Energia eletrica (por algum tempo pagamos também sobre agua e esgoto) e o serviço de telefonia também, em taxas extorsivas que mostram 25%, mas no calculo correto, chega a 33% do valor pago pelo consumidor final.

E quem diria, para justificar cobrança de ICM, sobre um serviço do Estado (ou considerado essencial) eles mudaram o nome da Lei pra ICMs.

Existe muito mais a ser considerado, mas o que o Ministro propõe tem mesmo que ser feito e alguém tem que começar, pois já está ficando complicado lidar com isso.

Ficar contra essa idéia e querer falar por falar que não é possivel, é que é uma asneira, no mínimo jornalistica. Esperemos então que Dilma encontre o poder mais uma vez para o PT e que assim, possamos corrigir algumas falhas na legislação atual que promovem favores absurdos em forma de incentivos fiscais, porque já possuem a verba do governo federal em forma de quotas do ICMs.

         A proxima reforma, será sem duvida a mais dolorosa e que a imprensa não diz, mas com certeza Lula vai empreender: São os percentuais das

         folhas de pagamento do servidor publico, em relação a receita bruta de cada municipio. Pasmem Amigos leitores, alguns deles gastam com a folha

        de pagamento de servidores, mais de 25% até 40% com salários, sendo que a empresa privada é administrada com no máximo 10%. Obvio que o

        Estado paga melhor, mas a distância não precisaria ser tão grande.

 

Luiz Bento Pereira

Representante Comercial no Estado de Goias

Ex-colunista do Site provedor www.pontenet.com.br

 

Escrito por Luiz Bento às 14h38
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01/10/2010


 
 

O LADO SOMBRIO DA LIBERDADE

 

Estamos vivendo o auge da liberdade de expressão do tipo devaneios “Jaborianos”, com muita eloqüência, muita gesticulação teatral, mas ao mesmo tempo com muita mentira e muitas frases de efeito. Ultrapassamos os limites do respeito ao próximo. É permitido agredir a honra de autoridades constituídas; é permitido xingar a mãe do juiz de futebol e no transito louco da vida em todos os sentidos, o sinal vermelho é a pior das atitudes do ser humano que o ultrapassa a todo instante e dessa forma a internet (cujo avanço e utilidade não se lhe deve negar), tornou-se um palco de baixarias, um teatro de vulgaridades consentidas. Um grande elenco de papagaios que repetem toda a maldade plantada de forma irresponsável, principalmente no campo da política, onde se pode dizer que alguns deles estão colhendo o que plantaram. É possível que Bertolt Brecht tenha que ser mais rigoroso e reescrever “o analfabeto político”. É possível que todo fanático religioso tenha que repensar a crença no absurdo de que tudo que se consegue na vida, foi ou esteja sendo por obra de um ser invisível. Somos um exercito de Icaros escrevendo a mitologia moderna do novo milenio.

 

É possível que tenhamos todos nós que rever conceitos do que seja exatamente ficar “passando pra frente” qualquer coisa que recebemos em nossa caixa postal. É possível que tenhamos que tomar uma atitude, respondendo e dizendo que não estamos de acordo com aquilo, ao invés de simplesmente jogarmos na lixeira. É possível que tenhamos que nos aprofundar e entender mais nosso computador, para expurgar e desviar direto pra lixeira, alguns endereços eletrônicos que invadem nossa privacidade para encher nossa caixa postal de inutilidades.

 

Na política tivemos não muito recentemente, o tal Jefferson do Partido dos traidores da Pátria, (originário da traição da filha de Getulio Vargas que vendeu a sigla), foi um desses que roubou escandalosamente e depois saiu gritando “pega ladrão” e com a conivência da imprensa mercenária conseguiu levar muitos inocentes juntos.

Ele agiu bem no estilo dos “manos” das esquinas da Av.Ipiranga com São João, um dia cantada por Caetano Veloso que parece nunca ter visto aquela chuvinha de papel picado e os invisíveis “batedores de carteiras”.  O medo e o pavor ronda os fóruns de debates e mesmo onde presumivelmente exista uma triagem ou uma vigilância constante de tudo que é postado,  e assim, temos o lado sombrio desse espetáculo eletrônico que é a auto-mordaça e a nova onda de liberdade fictícia que invade o milênio que mal se iniciou. Esse é o ponto cego no retrovisor da internet.

 

Uma espécie de dicotomia distorcida envolve, por exemplo, um discurso em praça publica de um político, onde está definitivamente proibido e até convencionado que não se joga mais ovos podres ou tomates no orador inflamado (pois é permitido até seguranças armados para impedir tal ação de certa forma inusitada)  mas ao mesmo tempo você pode ir pra internet e dizer que a mãe dele está na zona, no puteiro. Aí está o grande buraco negro na galáxia onde habita a democracia.

Na internet, pode. No cara a cara, não pode. E´ deselegante ou falta peito e coragem?.

 

Zélia Cardoso, ex-ministra do fanfarrão Collor, aquele cangaceiro vingativo que foi eleito pela Globo, quando a Globo ainda tinha poder, saqueou todo nosso dinheiro, depois mostrou o lado cômico e ridículo da vida, saindo do ostracismo que invadiu sua vida de atitudes mesquinhas, vestindo véu e grinalda sem direito à chuva de arroz. Depois envergonhada, foi morar na terra do Tio Sam. Aliás a terra dos comedores de hambúrgueres está se tornando tradicionalmente o exílio dos fugitivos de guerra, dos frustrados, dos saqueadores de erário, e até mesmo daqueles que dão o cano em fornecedores e pra lá vão arrotar dignidade na marra. Por isso está se tornando a grande potencia dos desumanos guerreiros e conquistadores do nada.

 

Mas, Dilma Roussef nossa futura Presidente, com o olhar de águia vigilante, severa, com o semblante ainda sofrido de uma ave de rapina perdida no deserto da política Brasileira, sufocada pelos boinas verdes caçadores de heróis da resistência de outrora, teve que sucumbir com sorrisos amarelos para fazer parte do esplendor da liberdade, da democracia, do direito que tem como mulher de luta, comandar o País que um dia a humilhou através de generais truculentos que lhe teriam tirado a vida nos corredores da Faculdade de Direito na Avenida Alvares Cabral em Belo Horizonte se ela facilitasse.  Mais tarde ironicamente, o mesmo Governador que a perseguiu em nome da ditadura, tendo como sucessor um filho banqueiro (profissão da família) teria sido socorrido na falência fraudulenta do Banco Nacional, pelo então presidente FHC, amigo do candidato SERRA. Isso pode, bolsa família não pode. Hoje, o Brasileiro está bem mais politizado e sabe muito bem que “aquele ouro para o bem do Brasil”, acabou indo para o bolso dos militares para financiar e sufocar a resistência à ditadura.

 

Livre arbítrio para justificar os pecados mortais e capitais, um desdobramento desnecessário já que Deus perdoa a ambos. Vale dizer que sempre fomos livres para filosofar mesmo não sendo filósofos. Somos livres para quebrar, mesmo de fato, não estando falidos. Somos livres para pecar porque sabemos que sempre seremos perdoados. Isto não está correto, embora esteja escrito nos livros sagrados. E jamais existira ouro suficiente para comprar um homem digno.

 

Então poderíamos dizer que pecar e filosofar é competir com Deus, ou para ser mais ameno, se livrar dos medos e dos sentimentos de insegurança que leva o ser humano a delírios que criam raízes e dependências indestrutíveis no campo da fé. Se não competimos inconscientemente com aquele Deus que nós mesmos criamos, passamos no mínimo um atestado de parvoíce ou pavonice. Engrossamos por exemplo, uma parada gay de no máximo 150 rapazes alegres e ai a imprensa publica que haviam 500 mil com esse tipo de anomalia. Mas para ela isso não existe e já correm boatos pela internet que ela tem filha homossexual e que é contra o aborto (pasmem). Qual mulher deseja ter um filho, resultado de estupro de um vagabundo, um moleque de atitudes “neymarianas” ou mesmo de padastro irresponsável ? E que absurdo existe em suportar a dor de ter um filho homossexual?

 

Por isso um dia Cecília Meirelles, tenha dito em versos:

“Aqui está minha vida. Esta areia tão clara com desenhos de andar dedicados ao vento.

Aqui está minha voz, esta concha vazia sombra de som curtindo seu próprio lamento.

Aqui está minha dor, este coral quebrado, sobrevivendo ao seu patético momento.

Aqui está minha herança, este mar solitário, que de um lado era amor e, de outro, esquecimento”

 

(sic) E eu modestamente acrescento: Aqui está a minha verdade que muitos lêem, mas não respondem (ou não comentam).

Aqui está minha esperança por um mundo melhor em que todos nós possamos sonhar com mais convergências e menos atritos e assim quero descobrir a linha tênue que existe em mim e aquela que se interpõe entre todos aqueles que não conseguem romper o silencio e adotam a auto mordaça.

 

Somos animais e nos intitulamos “Wolverines” fingindo que amamos a paz e perseguimos o amor.

Somos aqueles que estaremos sempre perseguindo a paz, usando a guerra, a violência da supremacia contra aqueles que apenas querem ser livres, mesmo que seja para viver do nada, pescando, plantando mandioca e assando espigas de milho, numa rede.

Mas já está escrito nas estrelas que é proibido produzir apenas para consumo próprio.

Já está escrito que somente ser melhor é que enaltece.

Já está escrito que a solidariedade é cafonice.

Por isso as pequenas propriedades rurais não existem e por isso os pequenos e honestos empreendimentos são engolidos de forma violenta pelo poder das grandes coorporações. Vide exemplos do “Suco mais” e da “Arisco”.(livre iniciativa ?) Ou ter outorga oficial para massacrar e engolir os mais fracos.? Monopólios e cartéis, deveriam ser considerados crimes contra a humanidade, tanto quanto foi considerado o holocausto

 

Quero entender porque o homem morre e muitas coisas morrem com ele. Quero entender porque muitas coisas não continuam e matam o homem que a criou.

Quero entender porque nos organizamos política e socialmente e até mesmo evoluímos para uma sociedade aparentemente mais justa e assimilamos de forma torpe e egoísta a palavra livre iniciativa.

 

Quero entender finalmente porque rejeitamos uma regência geral (O Estado) e quando todos os sonhos se frustram, clamamos por um paternalismo que antes repudiávamos?.

O governo não pode e não deve proibir pela constituição que empresas com Avestruz Máster se estabeleçam (porque o Estado não tem bola de cristal para advinhar se o picareta que está por trás vai dar prejuízo ou não) mas quando o prejuízo chega, todos querem idenização do governo, ou seja, todos querem que muitos paguem pela idiotice ou distração de poucos.

 

Os pecados foram inventados para justificar aqueles que pecam. Os pecadores são perdoados para banalizar o amor próprio e o sentimento de justiça daquele ou daqueles que foram vitimas. (livre arbítrio e livre escolha) – Mas existe uma distancia muito grande entre as liberdades reais e fictícias.

 

 

Eis o significado sombrio e sujo da palavra livre.

 

 

 

Luiz Bento Pereira

Representante comercial ramo textil em Goiânia

2º colocado no ranking de vendas da Tear Têxtil, no mercado nacional, nesse mês de setembro 2010-10-01

Uma noticia para ser comemorada como presente no dia panamericano do representante comercial

Esse artigo está publicado na integra em nosso blog pessoal – www.mostradanus.zip.net/

Categoria: Filosofando
Escrito por Luiz Bento às 19h51
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19/09/2010


 
 

NÃO É CONVERSA FIADA

 Saiu no Blog do Paulo Henrique Amorim - "Conversa Afiada"

Livro desnuda a relação de Serra com Dantas.
É por isso que Serra se aloprou

 

 


O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

Vai desembarcar na eleição.

É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

Um dos documentos  Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI  do Banestado, o petista José Mentor.

Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.

Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:


Os porões da privataria


Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.

(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se  der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York.  É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br,  em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia  do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para  Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

 

 

 

(*) PiG: Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Categoria: Politica
Escrito por Luiz Bento às 12h05
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04/09/2010


 
 

O VOTO NÃO É OBRIGATÓRIO

O voto não é obrigatório, é um direito, um dever do cidadão. O poder é concedido por cada um de nós nas urnas. Se votarmos num candidato com ficha suja, corrupto, jamais acabaremos com a corrupção na política.

 

Mas convém salientar que a corrupção é uma espécie de instrumento dos impacientes e poderosos que corrompem a máquina administrativa para acelerar um processo, abrandar um pena no poder judiciário através da retórica de bons advogados e brechas na Lei, etc.

 

Portanto, a corrupção e sua origem pode muito bem ser discutida como aquela brincadeira que todos conhecemos: - Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha e eu como aquele ateu convicto e incorrigível, pego uma carona e pergunto também: Quem nasceu primeiro, Deus ou o homem com a sua fértil imaginação?

Dessa forma, eu completo: - Quem nasceu primeiro ? O corrupto, ou o corruptor ?

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Portanto, lembre-se, o politico corrupto é aquele que sai do seio da sociedade podre em que vivemos e vai pra Prefeitura, Camara de vereadores, Assembléia legislativa Estadual e Federal, Senado, etc.Agora todo cuidado é pouco, pois o Tribunal de Justiça Eleitoral, elimina previamente aqueles candidatos com a "ficha suja", mas ai é que mora o perigo.

 

A politica de gente desonesta, assim como no comercio, está cheia de "laranjas". Pesquise muito e procure a lista oficial dos politicos que votaram projetos inuteis ou que prejudicam o interesse coletivo, identifique os partidos em que eles estão e conclua por si só, que é o momento do povo brasileiro votar em ideias e não em canditados simpáticos, bonitos e ricos "que roubam, mas fazem". Isso é um absurdo, uma completa demonstração de ignorância politica.

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Em primeiro lugar é preciso acabar com idéia de que o voto é obrigatório. Ninguém no Brasil é obrigado a votar. Existe a lei que obriga o cidadão a comparecer no local de votação e comprovar sua presença, pois somente assim poderá obter empréstimos públicos, concursos, participar de concorrências, como empresário, enfim um serie de coisas.

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Posto assim, teremos que ter a consciência de que uma pessoa que lá esteja para nos representar deva possuir no mínimo algum conhecimento profissional e no mínimo saber ler e escrever para que seja possível analisar com competência projetos de Leis e outros assuntos atinentes ao interesse coletivo. Muitas pessoas que se candidatam a cargos de vereador, Prefeito, deputado, escancaram seus objetivos pessoais, como salário e aposentadoria o que é errado e muito mais errado ainda, o eleitor que vota nesse tipo de gente que não está habilitada a analisar projetos complexos e com termos técnicos de difícil entendimento e que são submetidos à votação, em muitos casos para beneficiar grupos econômicos fortes e nesse caso chega junto a corrupção e/ou o entendimento necessário para avaliar se aquilo é realmente de interesse da sociedade.

 

O nosso executivo portanto, na área municipal e estadual precisa ser renovado. Dirão então as pessoas que lerem esse texto: "Mas o nosso Presidente é semi analfabeto". Eu respondo: Já foi. Isto é um exagero, pois Lula tem uma carreira política brilhante, com um currículo e histórico de muitas lutas e conquistas em prol do trabalhador brasileiro. E em todo esse tempo, ele estudou e assimilou idéias e tem um desembaraço fenomenal e digno de inveja de muitos diplomatas que esfregaram bancos de universidades famosas, falando várias línguas.

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Portanto, ele tem uma característica própria de não ser candidato para defender interesses de grandes grupos financeiros, como foi o caso de Collor de Melo e FHC e nesse tempo, estudou e melhorou muito seus conhecimentos e ganhou o respeito de todo povo brasileiro. Quem fala mal do nosso presidente é uma minoria conservadora, retrógada e que faz parte da antiga TFP, hoje disfarçada de Assoc. de Fátima e que recruta jovens incautos para combater a nossa democracia que é na verdade a maior conquista de todos os tempos.

 

Ninguém mais no Brasil, até mesmo a classe empresarial quer saber de política econômica defendida por gente como Delfim Neto, com a sua meta de inflação programada. Ele tinha a cara de pau de dar entrevista no inicio de cada ano e dizer: A inflação esse ano, vai ser de 15%, o que obviamente foi um absurdo mesmo naqueles tempos da ditadura militar.

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Precisamos combater aqueles golpistas de sempre, que a pretexto de chamarem nosso presidente de analfabeto, querem desestabilizar o Governo incutindo ou tentando convencer a população Brasileira de que o Governo atual é caótico, quando a bem da verdade, se formos honestos conosco mesmo, temos que admitir que estamos vivendo tempos tranqüilos que há muito tempo não se via.

 

E para aqueles que mesmo admitindo isso, não dão o braço a torcer e dizem que Lula pegou carona em tudo que FHC deixou plantado, que assim seja, e daí.

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Mas alguém quer correr o risco de dar o poder de novo ao FHC, via Serra? Acho que não, conheço muita gente conservadora que não quer correr esse risco.

 

 

Luiz Bento Pereira (65)

Representante comercial do ramo têxtil

Goiânia. GO.

Categoria: Politica
Escrito por Luiz Bento às 20h04
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01/08/2010


COMPRADOR COMPULSIVO OU POR INDUÇÃO ?

 

O IBGE diz que as mulheres Brasileiras gastaram US$ 800 bilhões em salários no período de 2001 a 2008.

Elas são, 42,3% dos trabalhadores formais no Brasil. Eu somente não entendo porque estando no Brasil e sendo um órgão oficial do Governo Brasileiro, eles mencionam as cifras em dólares.?? Difícil entender ainda mais quando se sabe que nesse período o órgão esteve sob as ordens do PT, um partido tido como nacionalista.

De acordo com pesquisas um entre cada quatro consumidor compulsivo é homem. Portanto a mulher forma o grupo perigoso.

Mas a noticia boa, é que as pessoas que compram com esse perfil (que alguns chamam de doença) representam apenas 5% da população mundial. Taxa elevadíssima se considerarmos que o assalariado (até a faixa de três mínimos) não pode se dar ao luxo de agir compulsivamente.

O mais engraçado nessas pesquisas é que ninguém fala das estratégias do comercio que a gente pode chamar de “pegadinhas” em Supermercados e grandes redes de magazines para influenciar o consumidor a assim ele compra por indução.

Isto sem falar nas propagandas enganosas e as principais vitimas de novo são as mulheres (moda e bijouterias) e as crianças (Brinquedos e guloseimas).

A compra por indução, infelizmente é mais abrangente e pega de forma covarde até a classe pobre que porta celulares e eletrodomesticos de luxo e pagam em longas e suaves prestações.

E o governo não pode interferir, como também não pode conter a volúpia dos mercenários vendedores da vida depois da morte, onde montam enormes hiper-mercados da fé e Jesus Cristo, o produto principal, custa no mínimo 10%.

E ainda ficamos reclamando da carga tributária. Rsss.


Luiz Bento Pereira (66)
Representante comercial do Ramo têxtil em Goiânia. Go

Escrito por Luiz Bento às 21h53
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06/07/2010


 
 

AS COLÔNIAS SE RENDEM DE NORTE A SUL OU LESTE A OESTE

Luiz Bento Pereira

Acabo de desligar minha TV e tudo parece sem nexo, sem lógica. A magia do futebol sul Americano, se rendeu à força bruta e a inteligencia de mãos dadas com a objetividade dos Europeus. Tudo muito lógico, tudo muito responsável, tudo muito aplicado, sério, sem beijinhos na aliança, sem a babaquice das mãos erguidas pros céus, sem firulas, sem sassaricos e bailados. Quando aqueles monstros mecânicos pegavam a bola, partiam numa velocidade espantosa em direção ao gol e era dificil segurá-los. Somente a deslealdade de jogadores como Kaká (que mais cai do que joga) ou de um Robinho (que mais dança do que anda com a bola) ou do individualista Luiz Fabiano e o resto jogando como se estivessem perdidos no espaço, como naquele seriado onde o Dr. Smith era um dos protagonistas principais poderiam empanar o brilho da dobradinha força e talento.

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Tem técnico vencedor nessa copa de uma frieza tal que quando o seu pupilo marca um gol ele sequer se mexe na cadeira. Nem fica de pé. Não grita, não vibra. Não dá pra acreditar na postura do técnico da Espanha por exemplo, Frios e calculistas, também por lá o tempo todo é inverno, só gelo. Se o cara não consegue vibrar com a alegria contagiante de um gol, dá pra imaginar o cubo de gelo ambulante que um sujeito desse deve ser dentro de casa. Ou então é bem possivel que ele seja daqueles que diante da bandeira da Espanha esbanje todas as emoções e todo orgulho que tem pela pátria amada que um dia também foi vitima de um ditador cruel chamado Franco e que fez a liberdade sangrar no oeste da Europa durante 40 anos. Diferente dos Brasileiros que parecem amar a camisa canarinho muito mais que a Bandeira Brasileira. Por isso gostei de ver a ilustração do Google hoje, mostrando o rosto triste de Marta Rocha que parece chorar na foto estilisada, sangue, suor e lágrimas de todos os Brasileiros e porque não Argentinos, Paraguaios, Uruguaianos e Chilenos que nós mesmos despachamos.

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Tudo começou quando os súditos da Rainha Elizabeth, reinventaram a bola de futebol e fizeram-na oval. Foi um desastre e desde então eles não se entendem em campo, ou seja, lá na terra dos comedores de hamburgueres a gente sequer consegue entender qual a lógica da correria atraz de uma bola que fica de mão em mão, tanto que somente eles insistem nesse esporte e ficaram isolados. Depois de algum tempo, resolveram do alto de sua arrogância aderir ao futebol de bola redonda, mas frustaram todas as expectativas provando que muito dinheiro nem sempre resolve tudo, a não ser que fosse aqui no Brasil, onde eles poderiam recorrer a Lei de Gerson. E por aqui, por causa deles, nas Americas, ninguém pode falar mal dos Portugueses da roda quadrada.

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Mas falemos da grande sala de terapia em grupo composta de canarinhos, maradonianos e tupamaros e Tupis Guaranis, de Oiapoque ao Chuy até os confins de Mar del Plata onde os Argentinos dançaram bonito, não um tango no "La bocca", mas um tango triste de quatro quando cairam diante dos frios e calculistas Alemães, implacáveis na vingança. O Brasil de Jogadores mercenários, exceto alguns poucos, caiu de joelhos diante do time da Holanda que em tempos remotos já andou por aqui em forma de Guiana e assim o time de Dunga não amarelou, mas alaranjou com um tom forte puxado para a cor de mexerica, que rima com mixuruca (se não rimou, passou perto). Nem vou citar a parte leste do mapa mundi, ao sul da Asia, onde a coisa ficou "preta" mesmo. Honra seja feita a Ghana, mas também passar pelo Tio Sam, não é novidade. Por lá parece mesmo que a única qualidade é a correria, portanto, melhor mesmo competir em São Silvestre ou dando voltas na Lagoa da Pampulha.

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E assim foi a história de mais uma Copa do mundo. Tenho a honra e a sorte de poucos, ou seja, de estar presente e assistindo a todas elas sem excessão, desde 1l958, quando despontou o menino Pelé que seria considerado até bem pouco tempo, o melhor jogador de todos os tempos.

 

 

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50 anos depois me aparece um alemão chamado Klose que não faz gols com as mãos e tampouco conversa fiado que nem Maradona e Pelé. Esse Klose, sei não, deve ser filho daquele tecnico da Espanha, pois a sua frieza e sua racionalidade é de espantar o mundo daqueles que amam o futebol arte.

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Portanto, cuidado os amantes das palhaçadas e brincadeiras com ironia em campo. A Fifa já aboliu as paradinhas durantes as cobranças de penalties e já pune com expulsão todo jogador que tira a camisa após a feitura do gol, a proxima medida pode ser a punição severa àqueles jogadores que simulam uma queda violenta ao chão, rolando cinco, seis metros, gemendo de dor, fazendo caretas (Robinho, Kaká, Luiz Fabiano, etc, e toda malandragem que toma conta do futebol brasileiro nesse aspecto).

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A seriedade do fubebol somente será restaurada no dia que um juiz, punir uma falta numa encenação dessas, marcar o penalty e quando o jogador que se jogou levantar, sem mancar, sem mais nada e caminhar para a marca do penalty pra cobrar a falta, o juiz expulsá-lo e ainda inverter a cobrança do penalty para o adversário que foi vítima da farsa.

 

 

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Campo de futebol não é sala de teatro, é lugar de jogar bola e respeitar o adversário com lealdade. Sala de espetáculos (encenação) a gente deixa pra Fernanda Montenegro, pois ela sim, é profissional no assunto.

Esse portanto foi o grande castigo do futebol Brasileiro nessa copa já que a Argentina no ultimo jogo nem raça teve, ficou pálida em campo. O Uruguay apesar de ter saido, foi o que mais honrou o futebol sul Americano, pois por muito pouco a Holanda não dançou.

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Parabéns aos Tupamaros.

 

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Portanto, nas Americas temos pelo menos um herói. O nome dele é Louco Abreu. Tomara que o Botafogo saiba preservá-lo, o resto principalmente aqui na seleção Brasileira, são mercenários, que retornem a Europa com seus contratos milionários, suas chuteiras de outro e suas bandanas onde jaz escrito os nomes de seus patrocinadores frustrados e ainda bem que ficaremos livres de seus rostinhos felizes na TV fazendo propaganda de chuteiras, tenis, refrigerantes, roupas, etc.

 

Os publicitários brasileiros ficaram orfãos do seu proprio otimismo. Para isto eles não estavam preparados.

 

 

 

 

Luiz Bento

Representante Comercial do Ramo textil em Goiania.

Categoria: Esportes
Escrito por Luiz Bento às 20h29
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30/06/2010


 
 

DILÚVIO EM ALAGOAS DE NOVO ?

Luiz Bento Pereira

DILÚVIO OUTRA VEZ EM ALAGOAS

 

Uma obviedade, mas que ninguém vê, ninguém percebe, ou finge que não. - Se a terra gira em torno de sí mesma, e vaga num espaço repleto de meteoros e cometas e ferve por dentro com vulcões, e as marés de seus oceanos estão sujeitas aos caprichos da lua, é óbvio que tudo que está sobre ela, vai tremer, transbordar, com mais, ou menos intensidade ou freqüencia. e com ciclos determinados de tempo.

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Ora nem é preciso ser um cientista pra saber dessa verdade escancarada. Basta viver um pouco mais e ter uma boa memória para ser uma testemunha do que viu e para saber contar o que ouviu dos seus antepassados, num tempo em existia uma estrela maior que a chamavamos de Dalva. Procure no Google e você não verá referencia alguma sobre a maior estrela que brilha a olho nú, com esse nome.

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O ser humano, minúsculo, insignificante, nada pode fazer contra isso, a não ser a burrice e ignorância de se culpar ou ser pobre demais para morar nas margens de um rio imprevisivel, e assim, eu não aguento mais ler e ouvir tanta asneira dos nerds bolas verdes exagerados e sem nada o que fazer na vida.

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Somos apenas reféns das imperfeições da natureza e da irresponsabilidade do seu criador e da burrice daqueles que são suas vítimas merecidas.

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Em Ponte Nova a enchente de 2008 no Rio Piranga foi também impiedosa e "lambeu" toda "sujeira" que havia em suas margens e saiu levando casas, pontes e pessoas humildes que não tiveram como se defender. E ainda existem os fanáticos que são capazes de se aproveitarem de calamidades como essas para vociferar e atribuir tudo como sendo a mão impiedosa de Deus que quer castigar todos aqueles pecadores.

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Enquanto a bola rola na Africa do Sul e faz a alegria dos amantes eternos de Pelé, Maradona, Zidani e Messi fomentamos maldosamente o ódio contra nossos "hermanos" Argentinos.

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Enquanto dizem que a Europa também ficou pobre e que a terra de Helena de Troia finalmente exibiu de novo o "calcanhar de Aquiles", estamos aqui arrecadando esmolas para vítimas de um crime cujo autor todos nós sabemos quem é.

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Deveriamos pelo menos (alguns de nós) ter a coragem de dizer que a "vingança" jamais pode ser a ferramenta dos mais fortes e muito menos daquele que tem o poder absoluto.

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Consideremos assim: Se não ajoelhar, morre afogado ou sob escombros ou com uma doença incurável.

Final dos tempos ou sinal dos tempos. Se acreditarmos mesmo nessa crença fanática e submissa, o nome correto para isso é SADISMO ou se quisermos ser mais abrangentes: SADO-MAZOQUISMO.

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Já fiz a minha parte, já mandei a colaboração que estava ao meu alcance. A pergunta é: Vai chegar em mãos realmente de algum flagelado? Tem uma frase que ouço desde criança que vou repetir aqui: "Só Deus sabe."

 

 

 

Luiz Bento Pereira (65)

Representante comercial do ramo textil

em Goiânia.

Categoria: Filosofando
Escrito por Luiz Bento às 19h57
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20/06/2010


QUANDO O ESPETÁCULO É A BOLA

Luiz Bento Pereira

QUANDO O ESPETÁCULO É A BOLA DE FUTEBOL

Tenho acompanhado como torcedor da seleção Brasileira e do Cruzeiro e, como desportista que sou, o futebol de uma maneira geral, que a gente pode definir como a arte suprema de todas as artes. É incrível, tem gente que não gosta. Alguns dizem que o esporte é muito violento, mas adoram assistir uma corrida de formula 1 onde todos são suicidas.

 

*

O maior espetáculo da terra no tapete verde, desceu no sentido mais amplo, do alto dos palcos de salões exuberantes de teatros de outrora e as arquibancadas substituíram os camarotes com almofadas de veludo. Todos ali são iguais e se misturam unidos pela cor de uma camisa. Todos os intelectuais e todos os despretensiosos estão por ali, se confraternizando e se afrontando. A arena moderna com gramado verde está pronta para receber 22 gladiadores, 3 mediadores e uma dezena de serviçais que trabalham anônimos nos bastidores. O câmera tem que ser muito eficiente para acompanhar a trajetória da “pelota” que desliza garbosa rolando no chão entre a inteligência e a força bruta. Quando essas duas qualidades se juntam num único par de pernas, é quando a gente vê o surgimento do verdadeiro craque, do fenômeno como foi Ronaldo, como foi Romário e Tostão e tantos outros.

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Ao contrário do palco onde pisa Fernanda Monte Negro, Marcos Nanini ou por onde passou Paulo Autran, é permitido vaiar, jogar objetos e xingar a mãe e proferir palavrões.

Pelo menos no Brasil, esse é o comportamento e a realidade. Na Europa, apesar de algumas exacerbações isoladas, o comportamento é mais formal, com torcedores e técnicos de gravata, não se sabe se pelo frio ou se pela manutenção da elegância e formalidade. Mesmo se compararmos esse grandioso espetáculo, como uma enorme sala de teatro, obvio que algumas encenações não são nada éticas e quando o Juiz não repreende, os nossos olhos e mentes estranham e se manifestam. Inconscientemente acredito que a massa de torcedores em campo hoje deve repudiar esse cai-cai principalmente de jogadores brasileiros, simulando faltas graves. Caem no chão, se contorcem e quando o juiz apita, eles dão aquele sorriso sarcástico, e existe até o ritual dos colegas que correm em direção a ele (o simulador) para dar-lhe parabéns pelo feito, ou seja, pelo fato de ter conseguido arranjar a falta.

*

Se eu fosse um juiz de futebol, o cara fizesse isso comigo, depois de levantar sem qualquer arranhão ou sem mancar eu metia-lhe um cartão amarelo na cara e dependendo do caso, até o expulsava. Mas infelizmente não se tem noticia de algum reparo dessa natureza que iria certamente conter alguns abusos. Seria um fenômeno mais ou menos parecido com aquelas decisões do STJ em que a decisão do Magistrado acaba se tornando referencia e padrão para casos similares. Outra regra que, em minha opinião deveria ser mudada pela FIFA. é aquela do impedimento dentro da pequena área, onde os jogadores se embolam para a cobrança de um escanteio ou de alguma falta abaixo da linha da grande área. Impedimento a meu ver somente deveria existir quando um jogador é flagrado sozinho, absolutamente sozinho a partir do meio campo após um lançamento longo. Eu acho também que mais um bandeira atrás do gol, faz muita falta para que se possa evitar essa dolorosa intervenção da “mão de deus”, como pode ter sido o caso hoje no jogo do Brasil contra a Costa do Marfim, quando o Juiz caminhava ao lado sorrindo e fazendo o sinal de que ele teria usado o braço. Porque o Juiz não anulou o gol, na primeira intervenção nítida e clara, com as costas da mão eu não sei. Esse negocio da “mão de Deus” já ta ficando muito manjado em copa do mundo.

 

*

 

Gosto do futebol, porque é o único esporte que provoca paixão, rivalidade e emoção. É o único esporte das multidões, que sofridas com outros problemas de ordem social, se acotovelam em campo para xingar o juiz, ou vaiar o seu time do coração, que não está honrando a tradição do passado. E fazem isto, porque é a única maneira que possuem para extravasar os problemas que afligem o cotidiano de cada um. Um filho drogado, um salário injusto, uma traição, dividas e tudo isso quem paga é a mãe do juiz e o coro de palavrões, é o grito de guerra dissimulado de uma grande maioria que ali está. Alguns observadores atentos a tudo isto e pretensiosos analistas de coisa alguma, como eu, ficam por ali, mais no alto, em cadeiras numeradas, tentando entender o que se passa. Os jogadores também acabam exibindo esse tipo de comportamento com coreografias que inventam para dar recados pessoais, mescladas com mímicas às vezes inteligentes e bem elaboradas. Quando perdem, costumam também apelar pra violência, como foi o jogo de hoje, onde os Africanos ficaram visivelmente irritados e terminaram por colaborar na expulsão do Kaká, que dessa vez não ergueu as duas mãos pros céus quando deu uma cotovelada no estomago do adversário.

*

E assim teremos em poucos dias a continuação do Campeonato Brasileiro que ganhou importância maior nos últimos 30 anos, depois de inseridas algumas regras em que a seriedade predomina como o rebaixamento e outros critérios que determinam a acesso a divisão superior ou participação em outros torneios paralelos como Copa do Brasil, Sul Americana e Libertadores. Dá pra perceber que ainda existem muitas cartas marcadas com a participação suja de alguns juizes corruptos e dirigentes que compram ou tentam comprar resultados ou até mesmo o caso de treinadores que mordem comissões intermediando a venda de jogadores de futebol, mas convenhamos que a situação vem melhorando bastante nos últimos anos.

*

Alguns procedimentos ferem códigos de éticas, mas por outro lado, muita gente vê como normal um treinador convocar um jogador de sua preferência para a seleção Brasileira, por exemplo, e tudo combinado, valorizado e transferência para o exterior efetivada, o caixa 2 começa a funcionar. Tem também o merchandising das multinacionais, dos mercadores de alma e arrecadadores de dízimos a custo zero nas barbas dos gangsteres da comunicação que nada podem fazer contra as camisetas onde se estampam frases de efeito como “Jesus é meu salvador” ou “Jesus Cristo voltará” talvez a custo bem menor do que aquele das plaquetas pregadas em arvores na beira de estradas.

*

Na próxima sexta, a bola da copa, a Jabulani, vai rolar novamente e torcedores do mundo inteiro estarão observando ansiosos aquela que será uma das partidas mais importantes para o Brasil nessa fase do torneio mundial e que definirá o seu adversário na próxima fase, além da importância do jogo em si que definirá se Portugal, nossa pátria mãe continuará também na fase seguinte.

*

O Brasil vive um grande momento no futebol, e na verdade o nosso reinado já passa de meio século e assim seria muito interessante que pudéssemos ter voz mais ativa na FIFA, mas para que essa idéia se torne uma realidade é preciso que sejamos campeões mais uma vez e quando chegar 2014 seremos uma referencia inquestionável. Seremos todos os Deuses do futebol e se tudo der certo, uma das cinco maiores potencias econômicas do mundo.

 

*

 

 

 

Luiz Bento Pereira (65)

Representante comercial do ramo têxtil em Goiânia.Go

Nascido em Ponte Nova – MG

Ex-colunista do site www.pontenet.com.br

Escrito por Luiz Bento às 19h25
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10/06/2010


SUA MAJESTADE, O PEDESTRE

(Uma trégua justa para o motorista, vitima dos abusos e excessos e porque não dizer burrice das autoridades de trânsito, que legislam e ditam normas de fazer inveja ao tempo em que viviamos sob os auspicios do regime militar)

 

 

Pedestre pelo que se sabe – também não tem educação para andar na faixa branca ou atravessar a rua e quando flagrado por um fiscal do trânsito, deveria também ser punido por isso.

 

Criaríamos então um cadastro de pedestres infratores e as infrações seriam consideradas numa ocorrência de morte e atropelamento de transito.

 

Será que dá pra falar um pouco de educação do pedestre que todos nós somos?. Todos falam que motorista não tem educação. Nós motoristas, já temos problemas demais aqui em Goiânia, com a inversão maluca das preferenciais, excesso de rotatórias, para justificar conversões à esquerda e levamos a culpa de tudo, até pela incompetência do SMT em sinalizar ou pela descarada falta de dinheiro para tapar buracos de ruas, por causa da corrupção. Mas o SMT, faz pior, além não conhecer as técnicas corretas universais de sinalização, ainda não faz nada, para educar os pedestres e assim perguntamos:

 

· E o pedestre, sabe atravessar uma rua ?

· Sabe que deve olhar pra um lado e pro outro ?

· Sabe que pode exigir das Prefeituras punam os proprietários de imóveis que não fazem manutenção em suas calçadas, construindo-as com desnível, mantendo entulhos ao ponto de se tornar instransitável, obrigando o transeunte a andar no meio da rua?

· Sabe que entre um carro e outro, pode atravessar uma moto ou até uma biclicleta. Sabe que ela pode estar até na contra-mão ?

· Sabe distinguir uma faixa branca com semáforo, de uma faixa sem semáforo.Sabe que pode exigir da Prefeitura semáforos nos locais de maior movimento ?

· Sabe o perigo que corre ao atravessar uma faixa, com o carro ainda em movimento.

· Sabe o perigo que corre ao atravessar uma faixa, logo na esquina ?

· Sabe o perigo que corre ao atravessar uma faixa sob sombras de árvores?

· Sabe que o carro pesa uma tonelada e que pode ter falha mecânica, independente da vontade do motorista ? Ai o motorista vai pra cadeia e o pedestre defunto, vai fazer o que ?

· Sabe que se passar numa faixa branca, onde um ônibus está parado atrapalhando a visão de outros carros, deve olhar primeiro antes passar confiante ? Sabe que pode exigir do SMT a mudança dos pontos de ônibus, para pararem DEPOIS das faixas ?

· Sabe que as faixas brancas colocadas sob sombras de arvores, estão erradas e atrapalham a visão do motorista e que assim sendo não se deve confiar nelas ?

· Sabe que ao passar numa faixa branca, deve usar o bom senso, como por exemplo há 50 metros vem um ou dois veículos, espere um segundo, não custa nada. Melhor que provocar um acidente de fazê-los parar bruscamente?

· Sabe que a chuva atrapalha a visão do motorista e nunca deve confiar, pois é melhor atravessar à moda antiga.

· Será que ele sabe ainda, que quando tem opção de apertar o botão, para fazer o sinal ficar vermelho, não precisa fazê-lo, quando não tem movimento de carro ? E insistindo em faze-lo, transforma-se num moleque mal educado.?

As vezes, vem um carro há dois kilometros e ele aciona o botão quando poderia passar folgadamente. Resultado o carro, fica impedido de seguir e olhando moscas.

· Será que ele sabe finalmente que motorista não tem como frear um carro, mesmo estando em baixa velocidade, assim de repente.? E que não custa nada usar o bom senso e respeitar uma distancia regulamentar ?

· Resumindo: tudo cai em cima do motorista, que afinal, não quer matar ninguém. Concordo que existem os irresponsáveis, bêbados, corredores, mas eles são uma minoria. Que sejam punidos, estão por ai, estacionando em fila dupla, avançando sinais, dirigindo bêbados, estacionando nas esquinas, estacionando em locais onde a placa diz parada e estacionamento proibido.

· Alguém está lá pra multá-los? Se disserem que sim, estão mentindo. Vamos então esclarecer ao pedestre, que ninguém é dono da rua sozinho, nem o pedestre e nem os motoristas, ambos tem que ter consciência do que estão fazendo, se respeitando mutuamente. Vamos acabar com esse negócio do pedestre achar que o motorista tem de estender tapete vermelho pra ele.

· Vamos acabar com essa palhaçada das autoridades e da grande imprensa de modo geral. É hora do motorista reagir, chega de demagogia.

 

Temos que lembrar que todo motorista é também um pedestre e que, muitos pedestres são também motoristas. Algumas autoridades do transito, ou quase todas elas tratam aqueles que andam à pé, como se fossem bebês.

 

 

Luiz Bento Pereira (65)

Repres.Comercial do ramo têxtil

Goiânia. GO

Escrito por Luiz Bento às 12h30
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15/05/2010


 
 

COPA DO MUNDO – O SEGUNDO MAIOR ESPETACULO ESPORTIVO DO PLANETA

 

Faltando menos de um mês para o maior espetáculo de futebol do planeta, acontecer na África do Sul.

 

De fato a expectativa é muito grande, considerando que o futebol é paixão numero um dos Brasileiros e até mesmo em vários paises da Europa. E pra quem pensa que foram os Ingleses que inventaram o Futebol, ledo engano, pois a Fifa considera a China, como berço desse esporte (século III A.C. na China durante a Dinastia Han) em um desporto chamado Cuju.  

Contudo se levarmos em conta a beleza de um acontecimento esportivo, a exuberância de suas diversidades no modo de apresentação em cada um dos paises onde ela acontece e em suas modalidades de disputas, sem dúvida, o maior espetáculo esportivo do mundo é e continuará sendo as Olimpíadas, onde o futebol obviamente também está inserido.

 

 

Elas trazem implicitamente todos os apelos de paz que o mundo precisa. Ela não mostra superioridade de raças como desejou e pretendia de uma forma absurda o ditador alemão Hitler, ela mostra valores individuais, independentemente de cor ou ideologia política. Pelo contrário, ela promove a integração dos povos. Em alguns casos de dopping, ela sofre algumas distorções, mas isso no futebol também ocorre. Já foi usada como palco de terrorismo, mas nada disso mudou o espírito e a fé no ser humano desde os primeiros passos na Grécia antiga.

 

As olimpíadas avançam a cada apresentação em exuberância e organização. Na ultima edição a China mostrou ao mundo a competência que tem e exibiu seu potencial financeiro gastando uma verba que até então nenhum dos eventos anteriores havia sido despendida. As olimpíadas de Moscou também serviram para mostrar ao ocidente que os comedores de hambúrgueres, afinal, não são tão superiores assim como pensamos, principalmente os tupiniquins Brasileiros que não valorizam a sua pátria e sua língua. Enfim, Hollywood não é o único produtor de belos espetáculos.

 

É verdade que, quem ama o futebol preserva uma memória fantástica, pois ninguém se esquece da Copa de 58 e aqueles que tiveram o privilégio de ver o menino Pelé entrar em campo no lugar do titular Dida (então jogador do Flamengo) e arrasar a Suécia por 5x2 e dar inicio à conquista do titulo que faríamos todos nós esquecer o grande fiasco de 1950 no Maracanã, quando perdemos o titulo mundial para o Uruguai. Ninguém se esquece também da mão de Deus de Maradona, como também jamais deixaremos de nos lembrar da cabeçada de desabafo do jogador Francês Zidane em Materazzi, que teve muito mais repercussão do que a sapatada do Jornalista Iraquiano em Bush.

 

Das olimpíadas não se pode falar o mesmo nesse aspecto, a não ser alguns momentos especiais e que os recordes são batidos, mas os nomes ficam logo esquecidos. O exemplo cruel dessa constatação é a própria imprensa que se cala e 15 dias após o término mais nada se fala e sequer a maioria de nós sabe hoje, em que local se realizará a próxima.

 

Talvez seja pelo fato de ser o evento, a grande e enorme bandeira de paz e esperança de um mundo melhor.

 

Talvez possamos um dia realizá-la de dois em dois anos com a mesma exuberância para que se possa sonhar com um mundo melhor.

 

E assim, talvez quem sabe, possamos contaminar a mente de nossos governantes do mundo inteiro para que ao invés de aplicar o dinheiro dos impostos em corrupção, melhor seria mesmo aplicar em escolas de tempo integral para retirarmos os jovens do meio da rua, como sonhou um dia Darcy Ribeiro e Leonel Brizolla aqui no Brasil com o projeto dos CIEPS.

 

Enquanto isso. Assistiremos cenas de violência que a paixão pelo futebol sugere, travestida de frustrações pessoais no campo político, onde a ideologia foi se embora pela falta de educação e escola de um povo que merecia tratamento melhor por parte daqueles que nos esfolam todos os dias com impostos na fonte, multas abusivas no transito, IPI, ICMS, INPS, FGTS, IOF, taxa disso, taxa daquilo fora os serviços que deveriam ser prestados pelo Estado e são escandalosamente loteados para a iniciativa privada, como gasolina, escola, saúde, comunicação, segurança, etc. onde somos autênticos palhaços e reféns de empresas estrangeiras que nos atendem desrespeitosamente com “gravações” prontas e deliberadamente longas e chatas para que desistamos do nosso intento de reclamar e/ou cancelar aquele serviço caro e que em ultima análise sequer podemos fazê-lo, pois eles inventaram o tal contrato de fidelidade com prazo mínimo de um ano.

 

E assim, preparemos-nos para a partir de junho assistir a seleção canarinho tentar vencer com uma maioria esmagadora de jogadores “estrangeiros” mais um titulo mundial e ver as duas mãos erguidas pros céus de alguns jogadores babacas agradecendo a Jesus pelos gols marcados, como se todo time adversário fosse formado por ímpios. A Fifa deveria proibir esse tipo de manifestações por parte do Kaká, o exemplo mais absurdo já que um estádio de futebol não é ou não deveria ser utilizado como palco de pregações e catequeses.

 

Os Deuses de verdade, estão acima de qualquer paixão, pois essa é uma fraqueza do ser humano.

 

 

Luiz Bento Pereira (65)

Representante comercial do ramo têxtil em Goiânia

Cidadão natural de Ponte Nova – MG

Nascido Flamenguista, Cruzeirense de coração

Ex-articulista do site – www.pontenet.com.br

Não é Jornalista formado

Escreve nas horas vagas para experimentar a gostosa sensação presente na arte do jogo das palavras.

Categoria: Esportes
Escrito por Luiz Bento às 22h03
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02/05/2010


 
 

A FOGUEIRA DAS VAIDADES

 

Vale a pena ler de novo, com mudança de virgulas e pontos (rsss)


Todos nós precisamos do outro para encontrar a verdade, para sobreviver, para discutir, trocar idéias e até para brigar e fazer inimigos e no auge disso tudo, o melhor, fazer amigos.

 

Aquele que tem uma carga maior de experiência de vida e soube enriquecer seus conhecimentos, levanta as ancoras e navega no mar da sabedoria assumindo a postura e a transparência do livre pensador e, certamente atrairá simpatizantes ou, na contra partida fará um confronto desagradável com aqueles que são especialistas em ser do contra, ou, como diz o ultimo artigo publicado pelo nosso comum amigo Erivaldo Cavalcanti (http://textileindustry.ning.com/)“Maria vai com as outras”.

 

A verdade não está “escrita” e encerrada em um livro só, até mesmo em várias obras. A verdade está na sua busca pessoal, em suas investigações em suas múltiplas leituras, buscando sempre comparar idéias e conferir conceitos e saber se desviar das mentiras bem plantadas.

 

A vaidade é o expoente máximo ou no mínimo uma aliada competente daqueles que buscam o sucesso e a verdade. E o talento e a criatividade surgem como resultado direto dessa comunhão que provoca a efervescência, muitas vezes rejeitada por amigos ignorantes e que se sentem diminuídos. E assim temos duas irmãs gêmeas em conflito. A vaidade (uma boa qualidade) e a inveja (a arma dos fracos e covardes). Essas duas linhas conflitantes podem estar num mesmo grupo e você somente percebe quando cai “aquela gotinha d água” que faltava.

 

 

Há os que condenam a vaidade, mas ela está presente em todas as nossas atitudes. A vaidade é a companheira do ser humano, ela inspira o talento, ela define a beleza padrão, ela o tira do anonimato, ela rege comportamentos comerciais, ela inspira os mais competentes publicitários, ela contamina o mais frio profissional vendedor, ela torna o político mais eloqüente, ela dá mais brilho aos olhos, do cantor, do ator, do namorado, da namorada, que ama que tem paixão pela vida, e até do mais autêntico líder.

 

Ela nos deixa confiantes para a pratica de todos os códigos de ética conhecidos.  Ela redobra as forças do professor (a) na sala de aula. Ela é o resultado direto daquele comportamento que determina que você ande de cabeça erguida, e está diretamente ligada à consciência limpa.

 

Mas ela fabrica a inveja e com o tempo apresenta um desgaste imperdoável: A mudança de comportamento. É quando ela atinge um grau perigoso e coloca o ser humano descuidado acima de seus limites, de suas obrigações e ele começa a pensar que todos estão ali para tolerar e esconder todas as suas irresponsabilidades.

 

E assim, ela incomoda e passa a ser uma espécie de íngua. Se o vaidoso desgovernado for uma pessoa mais bem sucedida, ou tanto quanto, ele vai iniciar uma série de atritos com você, jogando piadinhas, ironizando suas decisões, interferindo em sua maneira de viver e ele vai fazer isso porque é a única arma que ele tem contra você. Se ele for mais bem sucedido financeiramente ou econômicamente, a coisa pode ficar pior.

 

Nesse ponto, o melhor é você descartar esse convívio, pois será uma disputa desigual, já que o ignorante bate abaixo da linha de cintura, como se usa dizer por aí. Melhor nem falar daqueles que mergulham em crises financeiras.


A vaidade portanto, é a mais autentica das loucuras humanas, sendo a única fonte inspiradora de todos nós, visando satisfação intima e plena.

Ela é o grito do silêncio. É uma manifestação quase anárquica do ego. Ela é o ponto de ligação, ao mesmo tempo em que se interpõe entre a formalidade e a liberdade da conduta humana. Ela pode estar presente até numa festa de aniversário, ou numa confraria, ou reunião de amigos, e daí?.  O vaidoso e invejoso, estará sempre agredindo você de alguma forma.

 

Ela elimina a dependência, ela ajuda na convicção. E com absoluta certeza elimina o divã do psicanalista, aquele que sempre chega na sua vida dizendo que você está cheio de coisas mal resolvidas.
Uma vez consolidada, incorporada e bem dosada e bem administrada ela servirá aos propósitos do crescimento daquele que a possui. Ela servirá para que o sucesso seja alcançado. Ela será sempre o ego do individuo se auto-ajustando ao ambiente em que está. E então você não precisará de Paulo Coelho ou Lair Ribeiro e certamente não precisará marcar a consulta com o psicólogo (rs).

Prefiro muito mais ser vaidoso a submisso, do que ser uma “Maria vai com as outras”. Prefiro defender meus princípios e correr o risco de ser rejeitado como um didático e antipático. Prefiro perder Amigos a ter que abrir mão dos conceitos e idéias que construí ao longo de minha vida (como por exemplo, pagar minhas contas rigorosamente em dia) e que serviram de base para minha conduta e meu caráter e assim, considero a vaidade,  o portal de entrada para alguns problemas crônicos que regem o comportamento humano, como o autoflagelo e exatamente nesse ponto, ela pode se transformar em inveja, ou seja, a mistura da ignorância plena com o pedantismo.

 

Para que invocar essa transitoriedade explicita dolorida, que muitas vezes chamamos de amigos ou mestres e que passa de mão em mão? Porque não invocar a pureza das verdades, que sempre nasce do fogo da paixão dessa virtude?

 

Sem a maldita vaidade, morremos aos poucos. Envelhecemos antes do tempo certo e o pior de tudo, cedemos espaço para aqueles (amigos e mestres) que querem nos controlar.

E se permitirmos, eles tomam conta de nossos filhos e de nossa família.

A vaidade portanto, pode ser uma arma mortal contra os falsos amigos e todos eles, de mansinho, mesmo que leve muitos anos, chegam com suas espadas, com seus livros sagrados, com as suas arrogâncias, com ou sem imagens, tentando impô-las como verdades.

 

Você quer ser vaidoso? cuide-se, seja disciplinado, mire-se no espelho e dimensione claramente seus objetivos e não perca tempo com pessoas que vivem querendo lhe ensinar aquilo que você sabe ou pode saber tanto ou muito mais do que eles.

 

Tendo certeza disso, dispense-os. Amigos de verdade, são aqueles que admiram você e que não ironizam sua presença e nem suas crenças ou descrenças. Amigos de verdade são aqueles que lhe oferecem apoio incondicional, mesmo sabendo que ninguém é perfeito. E muito cuidado com o vaidoso espaçoso, ele transforma qualquer coisa que ele tenha mesmo igual ao que você possui em vantagem e usa isso para tentar humilhar você.  Portanto, a vaidade pode ser uma faca de dois gumes.

 

Em 2010, ainda é tempo de dispensar os amigos que sempre querem demonstrar publicamente que são melhores do que você.

 

Luiz Bento Pereira (65)

Representante comercial – Ramo têxtil

Goiânia. GO

Cidadão Mineiro, de Ponte Nova

 

Categoria: Filosofando
Escrito por Luiz Bento às 22h29
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26/04/2010


 
 

TUDO FAZ SENTIDO, NA TERRA DO GEMIDO

 

 

 

 

 

 

Desculpem, texto em construção (rsss)

 

He, he... foi uma pegadinha pros meus leitores assíduos.

 

Categoria: Filosofando
Escrito por Luiz Bento às 15h22
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